Carnaíba: Gleybson Martins diz que gestão de Anchieta Patriota é atrasada

 Durante a realização do Congresso de Vereadores e Servidores das Câmaras Municipais e Prefeituras, promovido pela União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), em Triunfo, na tarde da última sexta-feira (23), o vereador e presidente da Câmara de Carnaíba, Gleybson Martins (PDT), disse que o modelo de gestão do prefeito Anchieta Patriota é ultrapassado.

Martins denunciou que a gestão não paga aos servidores da educação o aumento dado em 2017. Relatou a falta constante de médicos nas UBS’s (Unidades Básicas de Saúde) e no Hospital Zé Dantas, e ainda cobrou novos projetos pois, segundo ele, Carnaíba está carente de novas ideias. 

O presidente garantiu que a maioria na câmara [06 vereadores], da bancada de oposição, está empenhada em fiscalizar a gestão, o destino dos recursos públicos, a execução das políticas públicas do governo do município.

Ele se mostrou preocupado com o desemprego na cidade. De acordo com ele, com o fechamento da agência do Banco do Brasil [explodida por marginais em fevereiro de 2018], cerca de R$ 7 milhões de reais deixam de circular no município e isso tem deixado um rastro de desemprego e desestimulado novos investimentos do setor privado, gerador de emprego e renda.

Principal pré-candidato do bloco de oposição, Martins disse, em entrevista a Jornalista Juliana Lima, que a política do socialista Anchieta patriota [que está no 3º mandato de prefeito] é o básico, o “feijão com arroz” uma repetição dos 16 anos em que está no comando da prefeitura [incluindo 4 anos de José Mário Cassiano — 2013-2016]. 

Apesar de ser um dos nomes mais bem avaliados do bloco de oposição, com baixa rejeição, o presidente disse que o candidato do bloco sairá de pesquisa, e que aquele que melhor pontuar é que irá para a disputa em 2020. 

Hoje o bloco de oposição conta com nomes importantes da política do município, como dos ex-prefeitos Tota de Juvenal, Didi da Felicidade, do também ex-prefeito e ex-aliado de Anchieta, Zé Mário [tirado da disputa de reeleição no “tapetão” em 2016], além de empresários e profissionais liberais.

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