Desemprego salta 10% no primeiro trimestre de Bolsonaro e chega a 13,4 milhões de desempregados

 A derrocada econômica do país por conta da política econômica da dupla Jair Bolsonaro-Paulo Guedes resultou em uma alta brutal no desemprego; segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, nos primeiros três meses deste ano, a massa de desocupados cresceu 10,2% sobre o trimestre anterior, correspondendo a 13,4 milhões de pessoas, um acréscimo de 1,2 milhão de desempregados; o desemprego é um dos elementos -dos mais dramáticos- no cenário desolador para a economia. 

População subutilizada no mercado de trabalho atingiu o número recorde 28,3 milhões de pessoas no primeiro trimestre deste ano, ou seja, 5,6% a mais do que no último trimestre de 2018 e 3% a mais do que no primeiro trimestre daquele ano, segundo dados do IBGE; este é o maior índice desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012. 

Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, houve alta de 5,6%, ou 1,5 milhão de pessoas. De acordo com dados divulgados pelo Banco Central (BC), o setor público consolidado, formado pela União, os estados e municípios, registrou déficit primário de R$ 18,629 bilhões no mês passado; em março de 2018 o resultado negativo foi maior: R$ 25,135 bilhões. \ Como resultado da falta de uma política econômica por parte do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da economia, Paulo Guedes, a dívida bruta subiu em março e chegou a R$ 5,431 trilhões, segundo dados do Banco Central; valor corresponde a 78,4% do Produto Interno Bruto (PIB; relação entre dívida e PIB é a maior da série histórica, iniciada em dezembro de 2001.

Anterior Proxima Página inicial