Queimada do diabo no MEC está mal explicada

 Durante toda a quarta (9), o corpo técnico do Ministério da Educação rastreou a tramitação do polêmico edital que abria brechas para a distribuição, por exemplo, de livros sem referência bibliográfica nas escolas. Os documentos mostram que o texto que saiu do MEC no dia 28 de dezembro não continha tais alterações. A mudança ocorreu depois que a peça foi enviada, já no FNDE. O episódio está mal explicado até internamente. Há quem defenda a abertura de investigação.
revelação, feita pela Folha, de que o edital de livros didáticos mexia em temas sensíveis e fazia mudanças tecnicamente reprováveis pegou a equipe do MEC de surpresa. Auxiliares do atual ministro ficaram contrariados. Eles só souberam da mudança na terça (8).
O polêmico edital foi publicado no dia 2. Em nota, mesmo após o resultado da apuração preliminar, a assessoria do MEC atribuiu a autoria do documento à gestão de Michel Temer.  (Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo)

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