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Presidente do PSL diz que Adélio agiu em nome do PCC e que acusações contra Bolsonaro são ‘frágeis’

 O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou em entrevista coletiva na noite de sexta-feira (19) que teve acesso ao relatório produzido pela Polícia Federal acerca do atentado contra Jair Bolsonaro. Segundo ele, há a indicação, no inquérito, o segundo produzido pela PF, de que o agressor Adélio Bispo de Oliveira teria agido em nome do PCC, organização criminosa de São Paulo. Questionado sobre os supostos interesses da facção em esfaquear o candidato, Bebianno citou as propostas da campanha na área de segurança pública.
“Interesse de que o Brasil não se organize, que as polícias não se fortifiquem, que o país continue adotando políticas frouxas de segurança. O Brasil vem sendo governado por líderes fracos e corruptos, por isso nossa situação é essa, a vida humana não vale nada. São 65 mil homicídios por ano. Jair Bolsonaro é o único que efetivamente tem vontade de confrontar e resolver esse problema”, afirmou.
Sugeriu, por fim, que a imprensa “investigue o caso mais a fundo para chegar à verdade que está por trás”.
O presidente da sigla ainda falou sobre as denúncias feitas em reportagem da Folha de S. Paulo sobre supostas doações ilegais à campanha do candidato. Segundo ele, as acusações são “frágeis” e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve ser rápido em esclarecer o assunto.
Fonte: Jovem Pan

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