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POLÍCIA FEDERAL EM PERNAMBUCO DÁ APOIO NA EXTRADIÇÃO DE ANGELINA MAALUE E SEUS DOIS FILHOS MENORES EM VOO À DINAMARCA

A Polícia Federal cumpriu, na noite do dia 06/10/2017 a decisão da Justiça Federal que determinou que fosse garantida a segurança e embarque de ANGELINA MAALUE AVALON MATHIESEN e seus dois filhos menores em voo internacional com destino à Dinamarca. O embarque em voo internacional é parte integrante da medida de busca e apreensão das crianças com finalidade de propiciar retorno imediato ao convívio de seus pais na Dinamarca de onde Angelina teria saído ilegalmente em 2016. A Convenção de Haia de 1980, que fundamentou a decisão da Justiça Federal, tem como objetivos: “a) assegurar o retorno imediato de crianças ilicitamente transferidas para qualquer Estado Contratante ou nele retidas indevidamente; b) fazer respeitar de maneira efetiva nos outros Estados Contratantes os direitos de guarda e de visita existentes num Estado Contratante”.
O cumprimento da decisão judicial foi coordenado pela Polícia Federal do Pará, com participação da Polícia Federal do Ceará e Pernambuco. Ela estava com suas duas filhas em Belém/PA onde foi localizada pela Polícia Federal e tomou ciência a da decisão judicial da busca e apreensão das crianças. A dinamarquesa juntamente com suas duas filhas embarcou no aeroporto de Belém, fez escala em Fortaleza e desembarcou em Recife onde houve a troca da aeronave seguindo imediatamente para a Dinamarca.
ENTENDA O CASO: Angelina é mãe de Aia Sofia com Peter Alexander Lawaetz, e também de Leonardo Todorovski, cujo pai é Vladimir Valiant Todorovski. Angelina e Lisbeth fugiram para o Brasil por se sentirem desamparadas pela lei da Dinamarca. Para viajar ao Brasil, elas partiram de carro pelas estradas da Europa e atravessaram vários países. Lisbeth saiu primeiro, em julho de 2015. Pegou um avião em Viena e passou pela República Dominicana, seguiu até o Peru e, por fim, até o Acre, por onde entrou no Brasil. Já Angelina fugiu depois, em março de 2016. Cruzou o Atlântico até a Guiana e, de lá, por Roraima.
Elas se encontraram em Manaus e decidiram vir juntas para Belém. A viagem foi feita de barco e durou cinco dias. As duas decidiram se estabelecer na ilha de Mosqueiro, localizada a 72 km de Belém, um balneário com 28 mil habitantes. Angelina e Lisbeth procuraram uma região da ilha que tivesse pouca gente morando. O refúgio delas foi na praia de Marauh, onde se hospedaram em uma pousada de frente para o rio. Na pousada, elas se identificaram como holandesas, disseram que eram irmãs, e que vieram ao Brasil para escrever um livro.
Angelina estava ilegal no Brasil porque havia ultrapassado o prazo de 45 dias a que ela teria direito como turista. Em dezembro/2016, a Justiça Federal determinou a prisão de Angelina para que ela fosse extraditada. Quando os policiais federais estiveram em Mosqueiro, procurando Angelina, porém, Lisbeth já havia decidido ir embora. Porém no caso de Angelina em virtude de sua advogada ter conseguido um habeas corpus no dia 21/03/2016 pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a prisão dela não foi efetuada na época, até que com a decisão final da Justiça Federal, baseada na convenção de Haia Angelina com os dois filhos embarcaram para a Dinamarca.

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