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Pobre Paraíba! (Por Tião Lucena)

Não fiquei surpreso, mas fiquei triste. A Paraíba já foi grande no cenário nacional. Teve escritores como Zé Américo e Zé Lins do Rego, teve Mazinho na Seleção Brasileira e teve políticos respeitados e projetados nacionalmente, entre os quais cito Epitácio Pessoa, João Pessoa, Alcides Carneiro, João Agripino, Argemiro de Figueiredo, Ruy Carneiro, Antonio Vital do Rego, Antonio Mariz e Raimundo Asfora.
Esses, quando assumiam as tribunas do Senado ou da Câmara, todos se calavam e prestavam atenção. E quando chegavam nos ambientes de Brasília, eram assediados pela imprensa.
Agora, meus amigos, a Paraíba está órfã. É uma orfandade de doer na alma.
O último exemplo foi esse prêmio Congresso em Foco, que escolheu os melhores senadores e deputados de 2017.

Houve três tipos de escolhas: pelo júri, pelo público via internet e pela imprensa. Em nenhuma dessas categorias fomos bem. O único a aparecer, na avaliação dos jornalistas, foi o senador Raimundo Lira, mas lá atrás. O deputado Efraim Filho obteve magros nove votos e Pedro Cunha Lima, apenas um.
Alguém perguntaria: e o senador Cássio, alvo de holofotes nesses anos todos, ficou de fora?
O pior é que ficou.
E da pior maneira possível.
Cássio sequer foi votado.
Em vez de voto, recebeu o veto por estar processado na Lava Jato.
Triste Paraíba.

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