• title
  • Title
  • Title

NOTA DE ESCLARECIMENTO – DIREITO DE RESPOSTA

O Dr. Pablo Andrada, advogado que neste ato representa o policial militar André Cordeiro Ferreira e sua esposa Érica Pereira de Magalhães vem a público, por meio desta Nota de Esclarecimento – Direito de Resposta, em cumprimento a acordo judicial firmado nos autos do processo n.º 0000149-33.2017.8.17.0460 com o blogueiro e editor da página http://www.blogdocauerodrigues.com/, aqui representado pelo advogado Dr. Jonas Cassiano, exercer seu direito de resposta em relação a uma matéria de conteúdo que não condiz com a realidade publicada neste blog, sob os seguintes termos:

1. O Sr. João Vianney Rodrigues, vulgo “Cauê Rodrigues”, editor desta página e réu na ação n.º 0000149-33.2017.8.17.0460, publicou, no dia 22 de junho de 2015, uma matéria com o título “EM FLORES, POLICIAL ATIRA CONTRA PROFESSOR EM FRENTE A ESCOLA AYRES GAMA” (sic);

2. No conteúdo da matéria veiculada há informação de que a autoria do suposto crime teria sido do policial militar André, e que tal crime teria motivação passional;

3. Depois da publicação da matéria e sua grande repercussão negativa, o Comando da Polícia Militar abriu processo para investigar o caso e ficou comprovado que o Sr. André Cordeiro Ferreira nunca praticou qualquer crime, e nem tampouco ficou comprovada motivação passional;

4. As pessoas citadas pelo Sr. Cauê Rodrigues como sendo suas fontes de informação para publicação da matéria relataram, em depoimento testemunhal juramentado, que nunca atribuíram a prática de qualquer crime ao Sr. André e muito menos ainda que a motivação fosse passional;

5. No dia 27 de julho de 2016, o Sr. Cauê Rodrigues foi ouvido pela Polícia Militar, na condição de testemunha, e confessou, às fls. 642 do processo, que “hoje tem convencimento que é a matéria é falsa” (sic); (grifo nosso)

Não há preço que se pague uma imagem despedaçada pela mentira e calúnia, por mais que se depreenda esforço hercúleo clamando-se por justiça com a resposta da verdade. Apesar disto e com a consciência tranquila de quem nunca praticou quaisquer das transgressões mencionadas na matéria publicada, a verdade alcançada depois de tanto tempo e a duras penas de desgaste emocional vem à tona, nesta oportunidade, até mesmo com a confissão de quem veiculou tão danosas inverdades sem a cautela mesma do contraditório.

Vimos assim a público, por meio desta simples nota que nem de longe se compara sua extensão ao dano causado pelo fato noticiado, com a intensão de ao menos diminuir a degradação da imagem causada pelas informações inverídicas publicadas, e ainda na esperança de que, como já dizia Sto. Tomás de Aquino, veritas filia temporis (“a verdade é filha do tempo”), este acontecimento sirva de lição para quem trabalha com notícias facultar,  antes de publicar fatos delituosos que precedam até mesmo abertura de investigação pelas autoridades competentes, o básico direito ao contraditório a quem será acusado em matéria a ser publicada.

Comentários

Obrigado!
Sua mensagem será avaliada.

Anterior Proxima Página inicial