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Lula: Esperança para o povo sair das garras dos elitistas neoliberais.

Num país feito o nosso, colonizado e cada vez mais “neoliberalizado”, a presença de um personagem como Lula passa de fator de conciliação entre classes a grande perigo para as elites que usurparam o poder”. Márcia Tiburi.

    O Brasil parou. Boa parte do país assistiu de perto a decisão do juiz federal Sergio Moro, que condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Apenas se a condenação se repetir na segunda instância, Lula estará inabilitado para disputar as eleições presidenciais de 2018, por conta da chamada Lei da Ficha Limpa e somente após esse cenário, poderá ser preso. Ele lidera todos os cenários em pesquisas de intenção de votos.

    Maior líder de massas da história recente deste país, ex-presidente da República por dois mandatos, nos quais ostentou índices recordes de aprovação popular, vive hoje um dos piores momentos da sua vida. Após perder sua esposa, Marisa Leticia, Lula vem sofrendo várias perseguições. Para muitos, perseguições políticas, para outros, apenas mais um brasileiro que se envolveu com coisa errada e deve responder por seus atos. 

    É bem verdade, que os avanços aconteceram no Brasil nos oito anos do governo Lula. No G20, o presidente da maior potência mundial, Barack Obama, ex-presidente dos EUA, disse com o Lula: “você é o cara”, “ eu adoro esse cara”, “é o político mais popular da terra”. Pois bem, na época do Lula, o mundo olhava para o Brasil com outros olhos. A práxis era respeitável. Um grande líder, conseguia atrair multidões em seus eventos. Saiu do governo com mais de 80 % de aprovação popular. 
    Os resquícios da página negra do judiciário brasileiro, serão eternizados. Uma página negra na tão jovem democracia brasileira. Uma condenação que já estava pronta desde o começo do processo. É visível os seus argumentos. Resta saber se após a decisão do TRF-4, Lula estará inabilitado ou não para disputar às eleições. Se puder disputar, será, mais uma vez, o presidente deste país. 

Renan Walisson de Andrade, é acadêmico de Direito na Faculdade de Integração do Sertão-FIS, assina coluna com informações sobre diversas áreas, entre elas, política, religião e tecnologia. Escreve as segundas para este Blog.

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