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Rodovias federais que cortam o estado de Pernambuco estão piores

A pesquisa da Confederação Nacional de Transporte (CNT) de 2017, que faz um detalhamento da malha viária do país desde o estado geral das estradas, pavimento e sinalização de 2006 a 2016 é uma amostra do que não vem sendo feito para melhorar as condições das rodovias no país.
No recorte feito para as estradas federais que cortam Pernambuco, o Diario tomou como base os anos de 2015 e 2016. De um ano para o outro houve redução na qualidade das estradas em praticamente todos os itens pesquisados de ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.
Em 2015, havia 155 quilômetros, das rodovias federais que cortam Pernambuco, em ótimo estado, segundo a pesquisa. Em 2016, essa quilometragem foi reduzida para 133km. No quesito bom, o estado contava  até 2015 com 1.339 km em bom estado. No ano passado,essas condições foram reduzidas para 1.165km.
Já as estradas consideradas ruins ou péssimas, houve um aumento da precariedade. Em 2015, eram 496 km de estradas ruins e em 2016, ampliou para 634 km de rodovias ruins. Em péssimo estado eram 281 km, em 2015, e no passado esse  cenário passou para 364 km em péssimas condições. A avaliação da CNT levou em consideração as condições gerais, mas também detalhou a questão do pavimento.
Em 2015, tínhamos 1.487 km de rodovias com ótimo pavimento e em 2016, ess quilometragem aumentou para 1.659 km de rodovias com ótimo pavimento. No quesito bom, no entanto, caiu a quilometragem. Em 2015 eram 268 km de pavimentos bons e em 2016, foi reduzido para 212 km.
Ao mesmo tempo houve uma redução nas estradas com pavimento ruim. Em 2015 eram de 281 km e em 2016 reduziu para 203 km. No item péssimo, a pesquisa apontou uma melhora significativa. Em 2015 eram 110km nessas condições e em 2016 reduziu para 23km. A pesquisa está no site anuariodotransporte.cnt.org.br.

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