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Carta aberta dos educadores da rede estadual à sociedade pernambucana

O que está sendo escondido da sociedade depois de noventa dias da primeira convocação?
Na tentativa de não dar a devida atenção ao movimento importantíssimo da sociedade pernambucana, que é a escolha de melhores profissionais para lecionar nas escolas da rede pública, o estado ignora recomendações do MPPE e a própria lei sancionada pelo governo.
É importante esclarecer à população que o concurso foi feito através de um TAC e o Estado fez um planejamento em 2015 para convocações. Um ano depois da publicação do edital, existiu a homologação com muita luta por parte de todos aprovados. Gostaríamos de esclarecer à população que a mobilização dos professores é um movimento que tem como objetivo principal a defesa da qualidade da educação pública de Pernambuco e a garantia de direitos constitucionais que, nesse momento, encontram-se violados pelo desrespeito e intransigência do atual governo.
No dia 21 de março de 2017 o governo sancionou a lei 15.991 que garante que o governo é obrigado a chamar um concursado desde que exista o mesmo. Infelizmente, o governo vem descumprindo desde a primeira convocação, onde a comissão de aprovados fez um levantamento e descobriu que desde a primeira convocação até agora temos quase 450 contratações contrariando a lei que o governo enviou para Alepe, causando muitas dúvidas sobre as razões do governo ignorar a lei que ele mesmo enviou e sancionou.
Recentemente, o MPPE, observando essa prática do estado e o excessivo número de contratos por parte do estado, solicitou que o governo realize novas convocações. O estado tem totais condições de realiza-las depois do reordenamento da rede que reduziu o número de professores sendo que essas contratações na verdade são para substituir outros professores não gerando um ônus para o estado especialmente em áreas como a educação profissional onde o professor ganha menos que um contratado.
Quando assistimos na TV as propagandas ou matérias pagas com dinheiro público que mostram uma educação perfeita, percebemos até onde vai o cinismo e a falsidade dos nossos “governantes”. Assim, ao invés de tentar confundir a opinião pública utilizando-se de argumentos sem nenhuma veracidade, com claro objetivo de tentar colocar a população contra seus educadores, o governo do Estado deveria esclarecer as várias denúncias.
Por tudo isso, a comissão de aprovados representando centenas de famílias e impregnado pela sede e fome de justiça, conclama a todos: educadores, pais, alunos, imprensa, deputados, família e a sociedade de modo geral para formarmos trincheiras em defesa de uma educação pública de qualidade social.

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