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Lixo, Uma Verdadeira Calamidade Publica.

Aproveitando a magnífica reportagem exibida no JN da Rede Globo nesta segunda-feira dia 8 de maio sobre o Lixo Urbano onde foi mostrado que em quase 4 mil cidades brasileiras ainda existe o lixão a céu aberto, inclusive, na metrópole do Rio de Janeiro, informo que, existe uma Lei Federal aprovada pelos parlamentares e sancionada pela presidência da Republica que deu um prazo de até 2018 para que todos os municípios adote o aterro sanitário. Nesta mesma reportagem foi dito que os parlamentares estão querendo - com a pressão dos gestores municipais, adiar ainda mais a medida de se adotar a Lei do aterro sanitário nas cidades.

Aqui em Pernambuco conheci muitos lixões a céu aberto devido a uma assessoria que vinha prestando a uma Usina de Transformação do lixo urbano. Digo com conhecimento profundo que é uma verdadeira calamidade publica. Coisa de qualquer que seja um profissional ou mesmo um leigo ficar estarrecido com o que se faz com o lixo das cidades, onde os colocam e com as pessoas que ali trabalham e aproveitam para dali, tirar os seus sustentos.
Digo mais ainda, a Lei de permissão para o aterro sanitário, é outro problema ambiental que agride o lençol freático, a natureza de forma devastadora fazendo a destruição completamente das terras onde podemos aproveitar para fins de espaço urbano e plantar para colhermos os nossos alimentos.

Existem soluções com tecnologias extremamente aceitáveis já adotadas em muitos países e de aproveitamento dos lixos para, inclusive, trazer os benefícios necessários para toda a população das cidades brasileiras.
O que se discute com muita certeza para a uma solução do problema do lixo, é fazer um sério convencimento nos gestores municipais, nos Governos Estadual e Federal junto com os nossos parlamentares trazendo para os brasileiros mais qualidade de vida com a total preservação da natureza e consequentemente mais saúde para todos.
O Brasil precisa mudar, precisa fazer o que o mundo está fazendo: colocando mais qualidade de vida nas pessoas de hoje e das futuras gerações.

Rogério Mota
Mercadólogo e jornalista.

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