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Ato contra Temer em Brasília tem confronto e bombas; PM cerca Congresso

 Manifestantes se reuniram nesta quarta-feira (24), na área central de Brasília, para protestar contra as reformas trabalhista e da Previdência e pedir a renúncia do presidente Michel Temer. A marcha rumo à Esplanada dos Ministérios começou às 11h45. Na área em frente ao Congresso, houve confronto em policiais e um grupo de participantes do ato.
Às 15h30, grupo ateou fogo dentro do Ministério da Agricultura e os servidores dos ministérios receberam informação para deixar a Esplanada.
A confusão começou por volta das 14h, quando ativistas de rostos cobertos tentaram furar o cordão de revista policial, montado pela PM entre a rodoviária do Plano Piloto e a Esplanada dos Ministérios. Houve corre-corre, e os manifestantes conseguiram furar o bloqueio – entrando na área da manifestação com hastes de bandeiras, materiais explosivos e perfurantes.
 Ao longo do Eixo Monumental, prédios dos ministérios foram alvo de vandalismo e depredação. A frase "diretas já" foi pichada na fachada do prédio de Minas e Energia, e vidros foram quebrados na sede do Ministério da Fazenda. Temendo a confusão, servidores foram dispensados dos órgãos.
 O início do ato
O protesto foi convocado por centrais sindicais e ativistas políticos, e divulgada em redes sociais. Até o meio-dia, os organizadores não informavam estimativa de público. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF, o ato reunia 25 mil pessoas no entorno do estádio Mané Garrincha até as 11h30.
Ônibus chegaram ao estacionamento do estádio Mané Garrincha na noite de terça-feira (23) e manifestantes reunidos pela Força Sindical montaram acampamento próximo a Funarte e a Torre de TV. O presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, Paulo Cayres, disse que a reunião de manifestantes aqui em Brasília tem um forte peso.

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