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Regulamentação de Serviço de Mototaxi continua pendente em Triunfo

Por Carlos Ferraz
Depois de inúmeras cobranças recebidas e por considerar ser na verdade uma atitude que precisava ser tomada pelos órgãos públicos municipais, foi anunciada aos quatro ventos com bastante entusiasmo - através dos meios locais  de comunicação locais e regionais - uma insistente propaganda oficial relativa à sonhada e reivindicada regulamentação do serviço profissional  de mototaxistas triunfenses. Esperava-se que passaria a funcionar  de maneira integral ordenada e disciplinada por órgão relacionado ao trânsito,. No entanto, parece que, novamente , tornou-se outro lamentável jogo costumeiro de grande  ilusão do poder público, representado pela Prefeitura Municipal de Triunfo. Infelizmente as existentes essas unidades gestoras subordinadas, conseguem  somente apadrinhar nos cargos, vários aliados incompetentes sem acrescentar  quaisquer conquistas reais.
Em pleno ano de  2013,, no prédio do Centro Administrativo de Triunfo, na presença de autoridades diversas e representações constituídas, aconteceu  durante uma manhã inteira o concorrido evento,  onde cerca de 80 profissionais supostamente documentados, foram cadastrados pela recém-criada Secretaria Municipal de Defesa Social (SMDS) - outra pasta que nunca funcionou a contento, tornando-se apenas secundário cabide de emprego sem o funcionamento previsto e determinados a ficarem adequados à Lei Municipal,  reguladora dessa prestação de serviço. Isso depois da conclusão do "curso de aperfeiçoamento", ministrado por funcionários do Detran-PE, recebimento de normas específicas de segurança e saldarem tarifas estabelecidas.

A expectativa criada foi grande, porque todos torciam que a prestação de serviço, passasse a ser oficialmente  fiscalizada. Mas daí por diante, nada de real aconteceu, o disciplinamento nunca existiu. Qualquer personagem que ouse guiar uma motocicleta, dele ou de outros, consegue  tranquilamente atuar rodando e pondo em risco as vidas alheias, mesmo sem o obrigatório cumprimento da qualificação específica: habilitação nacional, comprovante do curso realizado, pagamento das taxas estipuladas, apresentar ficha-limpa, conservação de moto, higiene necessária, habilidade constatada, apresentando-se embriagado, drogado e sem a vestimenta de fardamento adequado. Constitui-se ausência de responsabilidade administrativa. E isso não deve funcionar como se normal fosse. A omissa população também precisa indignar-se, antes que o pior aconteça.   

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