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Na lista da Odebrecht tem paraibanos e pernambucanos sim senhor

Entre os  políticos que integram a lista da Odebrecht e que poderão ser alvos da delação premiada do proprietário da empresa, Marcelo Odebrecht, junto a Justiça, estão, conforme relação disponiblizada para a imprensa e publicada em março do corrente ano, os paraibanos Cássio Cunha Lima, Cicero Lucena, Romero Rodrigues e Aguinaldo Ribeiro  estão inclusos.
Eles fazem companhia a gente famosa como Aécio Neves, Anthony Garotinho, os Sarney, Jader Barbalho, Jarbas Vasconcelos (tratado carinhosamente por Viagra) e outros, muitos outros, incontáveis outros.
 São nomes que serão expostos à execração pública, acusados, em tese e ainda sem provas concretas, de usar o mandato para receber tôco, propina, gorjetas gordas e cascalho.
Pelo menos 16 políticos pernambucanos, entre candidatos nas eleições de 2012 e presidentes de partidos, aparecem nas várias planilhas da Odebrecht com seus nomes associados a valores que somam mais de R$ 6,3 milhões. O principal beneficiário teria sido o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), para quem a Odebrecht teria destinado R$ 3 milhões em seis repasses entre os dias 31 de julho e 04 de outubro.
A lista de pernambucanos citados abrange políticos de sete partidos. Do ex-governador Eduardo Campos ao ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro Neto, e o prefeiturável tucano Daniel Coelho. Muitos receberam “codinomes” da Odebrecht. Geraldo Julio é chamado de “Neto”; o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), de “Charada”; e Ettore Labanca (PSB), ex-prefeito de São Lourenço da Mata, cidade onde foi construída a Arena Pernambuco, de “Cacique”.
Na mesma linha, os petistas Humberto Costa e Pedro Eugênio eram, na linguagem da empreiteira, respectivamente “Drácula” e “Droeu”. Candidato a vereador, Jarbas Vasconcelos Filho (PMDB) é chamado de “Viagra”. O hoje deputado federal Raul Jungmann (PPS), era visto como “Bruto”.
As prestações de contas de Elias Gomes (PSDB), Mendonça Filho (DEM), Jarbas Filho e Betinho Gomes (PSDB) mostram que as campanhas dos quatro receberam doações de órgãos partidários para os quais empresas do Grupo Odebrecht haviam doado. A Direção Nacional do PSB, que fez repasses à campanha de Geraldo, chegou a receber R$ 1,6 milhão da empreiteira, valor que não bate com o citado nas planilhas.
As campanhas de Jungmann, Labanca, e do prefeito de Bezerros, Severino Branquinho (PSB), receberam valores iguais aos apresentados nas planilhas, nas mesmas datas, da empresa Praiamar Indústria, Comércio e Distribuição, que também aparece nas planilhas da Odebrecht. O JC procurou a empresa em um telefone de Araçatuba, em São Paulo, mas foi informado de que ela não funcionava mais naquele endereço.

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