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Estudantes ocupam IFPE e reitoria da UPE no Recife contra reforma e PEC 241

As manifestações de estudantes contra a PEC 241, que congela investimentos por 20 anos independente da arrecadação da União e contra a medida provisória de reforma do ensino médio chegaram, nesta quinta-feira, ao Recife. Alunos da Universidade de Pernambuco (UPE) ocuparam hoje o prédio da reitoria, na Avenida Agamenom Magalhães.

De acordo com os universitários, trata-se de um ato de resistência aos diversos retrocessos no âmbito educacional anunciados pelo Ministério da Educação (MEC) e trazidos pelo projeto neoliberal imposta pelo governo Temer. Protesto com o mesmo objetivo já havia sido realizado nos campi de Petrolina e Palmares.

Também nesta quinta-feira, cerca de 300 estudantes ocuparam parcialmente o prédio do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), na bairro da Várzea, Zona Norte do Recife. O ato foi realizado após uma assembleia no pátio interno do instituto.

No dia 18 de outubro, estudantes do Centro Acadêmico de Vitória de Santo Antão (CAV) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) ocuparam o campus local também em repúdio à PEC 241 e à Medida Provisória MP do Ensino Médio, que tramita na Câmara dos Deputados e deve ser votada no próximo dia 24 de outubro. Para os universitários, as medidas representam um atraso nas conquistas populares como a ampliação das universidades, diante dos cortes nos orçamentos da educação e da saúde, concessão de benefícios como o Bolsa Família, aumento de impostos e da idade mínima para contribuição da aposentadoria, privatizações e marco central congelar todos os investimentos públicos durante os próximos 20 anos.

No dia 10, estudantes da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) ocuparam a reitoria da universidade, no campus Petrolina Centro, no Sertão de Pernambuco. O ato foi realizado por cerca de 300 universitários em protesto contra os cortes sofridos no orçamento de 2017 da instituição que, segundo os estudantes, chegam a R milhões e ameaçam a assistência estudantil. Os discentes da Univasf alegam ter perdido 828 vagas de auxílio permanência, 515 vagas de auxílio moradia, 60 auxílio transporte, 380 vagas de bolsa permanência e 24 vagas de moradia estudantil, e temem a suspensão dos serviços do Restaurante Universitário (TU), que atende mais de três mil alunos.

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