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TRF nega habeas corpus na Operação Turbulência

Do G1/PE
O Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região negou por unanimidade o pedido de habeas corpus do empresário Apolo Santana Vieira nesta terça-feira (5). Ele é um dos quatro presos da Operação Turbulência, deflagrada em 21 de junho pela Polícia Federal, que investiga uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro, que pode ter financiado a campanha política do ex-governador Eduardo Campos, morto em 2014.
O relator do processo foi o desembargador Ivan Lira de Carvalho. Os desembargadores Paulo Roberto de Oliveira Lima e Ronivon Aragão seguiram o voto do relator pela manutenção da prisão de Apolo. Em seu voto, Lira afirmou que "mostram-se fortes os indícios de irregularidades a concluir, inclusive, com eventual prática de crime de lavagem ou ocultação de bens".
Com a decisão do Tribunal, o empresário continua em uma ala de presos comuns no Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife. O advogado do empresário, Ademar Rigueira, informou que irá recorrer em instâncias superiores. "Vamos apenas aguardar a publicação da decisão do TRF para entrarmos com o pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal", disse.
O Tribunal ainda julgará os pedidos de habeas corpus dos outros três empresários presos na operação: João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Arthur Roberto Lapa Rosal. Segundo a assessoria de imprensa do TRF da 5ª Região, não há um prazo definido para a decisão.
Alvo do quinto mandado de prisão preventiva na operação, o empresário Paulo Cesar Barros Morato foi encontrado morto em um motel em Olinda, no Grande Recife, no dia 22 de junho. A morte ainda não foi esclarecida.

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